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Economia
Após uma semana de greve, bancários da Caixa avançam em negociação sobre plano de saúde

Após uma semana de greve, bancários da Caixa avaliam proposta que eleva a participação do banco no custeio do plano de saúde de 6,5% para 9% a partir de 2027. Assembleia para votar o acordo ocorre nesta segunda-feira (21).
A greve nacional dos funcionários da Caixa Econômica Federal caminha para um desfecho após uma nova rodada de negociações entre o banco e o Comando Nacional dos Bancários. A categoria está parada há uma semana em meio às discussões para renovar o Acordo Coletivo de Trabalho com a instituição.
A proposta apresentada pela Caixa na madrugada de quinta-feira (17) prevê elevar o teto de participação do banco no custeio do Saúde Caixa de 6,5% para 9% da folha de pagamento a partir de 2027. O modelo de custeio do plano de saúde era o principal ponto de impasse entre as partes, já que a categoria se opunha a mudanças que aumentassem a parcela paga por empregados, aposentados e dependentes.
A presidente da Contraf-CUT e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira, classificou a ampliação da participação da Caixa como "um avanço importante", que representa um aumento recorrente de cerca de R$ 900 milhões por parte do banco. Já a dirigente sindical Luiza Hansen destacou que a proposta retira a cobrança por faixa etária e preserva o chamado pacto intergeracional do plano.
A proposta será agora submetida à categoria em uma assembleia virtual marcada para a próxima segunda-feira (21), com votação aberta das 11h às 18h. Se aprovada, o dia de paralisação de 20 de agosto será abonado, enquanto os demais dias úteis de greve deverão ser compensados em até 180 dias. PLR, Super Caixa, bônus e um abono de R$ 3 mil ficaram acertados para pagamento em 30 de setembro.
Resumo das 18