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Política
Patrimônio dos candidatos à Presidência varia de R$ 33 mil a R$ 242 milhões

Levantamento das declarações ao TSE mostra que Augusto Cury (Avante) lidera entre os presidenciáveis de 2026 com R$ 242 milhões, enquanto Samara Martins (UP) tem o menor patrimônio declarado, R$ 33 mil.
Os candidatos à Presidência da República em 2026 declararam ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) patrimônios que variam de R$ 33 mil a R$ 242 milhões. Augusto Cury, do Avante, é quem mais registrou bens, somando investimentos, imóveis e aplicações.
Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, aparece em segundo lugar, com R$ 178 milhões declarados, entre fundos de investimento e participações em instituições financeiras. Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás, é o terceiro colocado, com imóveis rurais e rebanho declarados. Wilson Grassi (Democrata), veterinário, declarou R$ 50 milhões, valor vinculado principalmente a imóveis.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou R$ 8,2 milhões, puxados por uma casa de R$ 6,2 milhões no Lago Sul, em Brasília — quase cinco vezes o valor que havia declarado ao se eleger senador em 2018. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou queda no patrimônio em relação a 2022: de R$ 7,4 milhões para R$ 4,8 milhões, reflexo de uma diferença no plano de previdência privada.
No outro extremo, Samara Martins (UP) declarou o menor patrimônio entre os presidenciáveis, R$ 33 mil, a maior parte em um carro e o restante em poupança. Hertz Dias (PSTU) e Rui Costa Pimenta (PCO) não declararam bens ao TSE.
Resumo das 18