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Mulher sobrevive a duas injeções letais em tentativa de execução no Tennessee

Redação · 01/10/2026, 07:24

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Mulher sobrevive a duas injeções letais em tentativa de execução no Tennessee

Christa Pike, condenada à morte no Tennessee, sobreviveu a duas doses letais de pentobarbital, permanecendo consciente e respirando. Seus advogados pedem suspensão da execução, argumentando que o protocolo estadual não prevê esse cenário.

A execução de Christa Pike, única mulher no corredor da morte do Tennessee, foi interrompida depois que ela sobreviveu a duas doses do sedativo pentobarbital aplicadas pelas autoridades penitenciárias. Segundo reportagem do jornal português Observador, baseada na cobertura da imprensa americana, Pike permaneceu consciente, respirando e emitindo sons após as duas aplicações do fármaco, previsto para interromper suas funções vitais. Diante do ocorrido, os advogados de defesa apresentaram uma moção de emergência para suspender o procedimento, argumentando que o protocolo de execução do estado não contempla a hipótese de o condenado sobreviver às doses letais administradas. O caso gerou repercussão internacional por ser inédito no histórico recente de execuções nos Estados Unidos. Pike está condenada desde 1996 pelo assassinato da colega Colleen Slemmer, de 19 anos, crime cometido em 1995 quando ela também tinha 19 anos, junto com o então namorado Tadaryl Shipp. Por ser menor de idade na época dos fatos, Shipp recebeu pena de prisão perpétua, enquanto Pike seguiu no corredor da morte desde março de 1996. Ela seria a primeira mulher executada no Tennessee em mais de 200 anos. Até a publicação desta matéria, a Justiça americana ainda não havia decidido sobre o pedido dos advogados para impedir uma nova tentativa de execução.

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