As urnas abriram às 8h deste domingo para o 2º turno das eleições presidenciais no Brasil. Mais de 158 milhões de eleitores decidem entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) até às 17h, quando começa a apuração dos votos.
As seções eleitorais foram abertas às 8h desta manhã de domingo (horário de Brasília) para o segundo turno das eleições presidenciais, que vai definir o próximo presidente do Brasil entre o atual mandatário Lula (PT), em busca de um quarto mandato, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), que concorre à Presidência pela primeira vez. Em alguns estados a votação começou antes: às 7h em Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima e na maior parte do Amazonas, e às 6h no Acre e no oeste amazonense. As urnas ficam abertas até as 17h, e quem já estiver na fila nesse horário poderá votar.
Mais de 158 milhões de eleitores estão aptos a votar em todo o país. Para isso, é necessário apresentar documento oficial com foto — documentos digitais são aceitos, mesmo vencidos, mas certidões de nascimento e de casamento não substituem a identificação. Além da disputa presidencial, o domingo também define os governos do Espírito Santo, do Amazonas, do Rio Grande do Norte, do Acre, do Tocantins e do Distrito Federal, unidades em que o primeiro turno não definiu um vencedor. Quem for eleito presidente assume o cargo em 5 de janeiro de 2027.
No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro terminou na frente com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula, o que levou a disputa para o segundo turno. Segundo a Bloomberg Línea, que acompanha a votação ao vivo, a manhã começou sem registro de incidentes relevantes nas seções eleitorais.
A votação de brasileiros no exterior já havia começado no sábado, com a Nova Zelândia abrindo as urnas primeiro, e segue em outros países ao longo de quase 29 horas, terminando no Canadá às 21h deste domingo. Cerca de 918 mil brasileiros estão aptos a votar fora do país, um aumento de mais de 30% em relação a 2022, com destaque para Estados Unidos, Portugal e Japão, os países com maior número de eleitores registrados no exterior.